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Lição Adultos - Atributos do nosso Criador - 10/10/2012

A Bíblia nos revela verdades sobre Deus que não encontraremos em outro lugar. Entre essas, está a verdade de que Ele é o criador. Na verdade, essa é a primeira coisa que a Bíblia nos diz sobre Deus, que Ele criou “os céus e a Terra” (Gn 1:1).

Uma das muitas coisas fascinantes sobre esse texto é que a Bíblia simplesmente pressupõe a existência de Deus sem tentar prová-la ou demonstrá-la. A Bíblia gasta grande quantidade de tempo nos ensinando como é Deus, especialmente quando Seu caráter é revelado por meio de Sua interação com a humanidade caída. Mas ela não gasta nenhum tempo tentando provar que Ele existe. Ela apenas reconhece Sua existência.

7. Qual é o papel da Bíblia na convicção acerca da existência de Deus? Qual é a importância da fé? Hb 11:6; Rm 10:17

A convicção sobre a existência de Deus não pode surgir somente de argumentos racionais. A Bíblia ensina que uma pessoa é convencida da existência de Deus por meio da experiência pessoal com Ele, à medida que o Espírito Santo impressiona o coração e a mente com o fato de Sua existência. Em muitos casos, as pessoas podem vir a acreditar em Deus primeiramente, e depois começam a construir um fundamento lógico e intelectual para a fé em um Deus que não podem ver.

8. Quais são alguns dos atributos de Deus? Que atributos você encontrou na Palavra? Ml 3:6; Tg 1:17; 1Jo 4:8, 16; 2Cr 6:18

Medite nos atributos de Deus como expressos nas Escrituras. Quantos deles você poderia conhecer a partir de outras fontes, isto é, por meio da natureza ou da experiência pessoal? O que sua resposta ensina sobre a importância das Escrituras para nossa compreensão de como realmente é Deus?

Lição Adultos - O mistério do Deus triúno - 09/10/2012

“Disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1:26).

Ainda que seja importante entender como funciona a inspiração, isso é apenas o meio para um fim, e esse fim é conhecer a Deus. Uma profunda compreensão de como a Bíblia foi escrita, ou mesmo uma compreensão profunda das verdades nela reveladas, nada significa se não conhecemos o Senhor por nós mesmos (Jo 17:3).

E uma coisa que a Bíblia afirma explicitamente sobre o Senhor é a Sua unidade.

5. Que verdade fundamental sobre Deus foi apresentada por Moisés? Dt 6:4; Mc 12:29

A expressão bíblica sobre a unidade de Deus exclui qualquer ideia relacionada com muitos deuses. Há um só Deus. No entanto, a descrição completa encontrada na Bíblia demonstra que Ele tem uma “substância” interior, mesmo na Sua unicidade.

6. O que a Bíblia explica sobre a realidade interior de Deus? Gn 1:26; 3:22; 11:7; Jo 1:1-3, 18; 20:28, 2Co 13:13; Mt 28:19

A sugestão de pluralidade no Antigo Testamento apresenta indícios sobre a natureza do ser interior de Deus. Quando ligamos essa sugestão com a afirmação do Novo Testamento sobre Jesus Cristo e o Espírito Santo, começamos a perceber que há muita coisa sobre a natureza divina que não entendemos completamente e provavelmente nunca entenderemos. A trindade divina é um mistério, entre muitos outros, com o qual teremos que aprender a conviver. A informação que a Bíblia dá sobre Deus, incluindo Sua natureza triúna, não é dada para que nos envolvamos em discussões especulativas, mas a fim de aprofundar nossa compreensão de Suas atividades, em especial Sua obra redentora em nosso favor, à medida que o grande conflito se desdobra e se aproxima do fim.

Quem não tem muitas perguntas que só Deus pode responder? Como podemos aprender a confiar nEle até o momento em que as respostas serão dadas?

Lição Adultos - A natureza da inspiração - 08/10/2012

Não são as palavras da Bíblia que são inspiradas, mas os homens é que o foram. A inspiração não atua nas palavras do homem ou em suas expressões, mas no próprio homem que, sob a influência do Espírito Santo, é possuído de pensamentos. As palavras, porém, recebem o cunho da mente individual. A mente divina é difusa. A mente divina, bem como Sua vontade, é combinada com a mente e a vontade humanas; assim as declarações do homem são a Palavra de Deus” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 21). Como essas palavras nos ajudam a entender como funciona a inspiração bíblica?

Em relação à inspiração, às vezes as pessoas ficam confundidas com o que, muitas vezes, são considerados textos problemáticos. Considere, por exemplo, o texto da inscrição acima da cruz de Jesus, conforme descrito nos evangelhos. De acordo com Mateus 27:37, a inscrição diz: “Este é Jesus, o Rei dos judeus”; de acordo com Marcos 15:26, diz: “O Rei dos judeus”; de acordo com Lucas 23:38, diz: “Este é o Rei dos judeus”. Como devemos entender essas diferenças?

Como a Bíblia diz, “toda a Escritura é inspirada por Deus” e é confiável. No entanto, recebemos relatos diferentes da inscrição na cruz de Jesus. Esses dois pontos em conjunto podem nos ajudar a entender como a inspiração funciona. Esse caso mostra que a inspiração permite diferentes expressões de uma ideia ou evento, na medida em que essas expressões os descrevem adequadamente. Quando textos semelhantes expressam a mesma ideia de modo adequado, como nas inscrições sobre a cruz, a inspiração os harmoniza. Por outro lado, onde são necessários detalhes específicos, como em 1 Reis 6:1, a inspiração os apresenta e devemos confiar neles.

4. Que aparentes diferenças existem nos relatos da morte de Judas? At 1:18; Mt 27:5

Durante muito tempo, os críticos da Bíblia afirmaram que esses versos davam relatos conflitantes sobre a morte de Judas. No entanto, uma pesquisa recente mostrou que a palavra traduzida como “precipitando-se” (“caiu de cabeça”, NVI) em Atos 1:18, também significa “inchando”. Portanto, é provável que, depois de se enforcar, Judas não tenha sido descoberto até que seu cadáver estivesse inchado, o que teria feito com que suas entranhas se arrebentassem. O ponto é que, aquilo que a princípio parecia ser contraditório demonstrou harmonia.

A maior parte da Bíblia não é problemática. Nos poucos lugares em que algumas questões permanecem sobre aparentes “erros” ou “contradições”, a atitude prudente é humildade. Muitas pessoas naufragaram na fé, ao focalizar os “problemas” dos textos. Não fomos chamados para julgar a Palavra. Em vez disso, fomos chamados para obedecer a ela.

Lição Adultos - A doutrina da Escritura - 07/10/2012

1. Como os autores do Novo Testamento consideravam as Escrituras? 2Pe 1:19-21

Pedro afirma que as profecias do Antigo Testamento não eram de origem humana. Seu argumento é que os profetas falaram porque foram “movidos pelo Espírito Santo”. A expressão “movidos pelo Espírito Santo” significa que o impulso que levou à produção das Escrituras proveio do Espírito de Deus. Em resumo, os escritores da Bíblia foram inspirados pelo próprio Senhor.

2. Quais são a utilidade e o propósito da Bíblia? 2Tm 3:16, 17

Evidentemente Paulo queria que Timóteo entendesse que, tendo as Escrituras sua origem no poder divino, elas são dignas de confiança e valiosas para a edificação do crente. Paulo não deixa dúvida quanto à veracidade, autoridade e origem das Escrituras. Observe também que ele está falando de “toda a Escritura”. Paulo não nos deixa a opção de escolher quais partes consideramos inspiradas e quais partes não consideramos. Nem tudo (como as leis cerimoniais) é ainda obrigatório para nós, mas isso é radicalmente diferente da alegação de que algumas partes da Bíblia são inspiradas e outras não, ou que algumas partes não são tão inspiradas como outras partes (seja qual for o suposto significado disso).

3. Que verdades cruciais sobre as Escrituras e sua autoridade podemos aprender com Jesus? Mt 4:4, 7, 10; 22:41-46; Jo 10:34, 35

Não importa aquilo em que acreditamos, precisamos de um ponto de partida, um fundamento sobre o qual colocar essa crença. Para os adventistas do sétimo dia, esse fundamento é a Bíblia, a norma suprema e árbitro da verdade.

Quanto tempo você gasta com a Palavra? Quanto de sua vida é moldado por aquilo que ela ensina? Pense nas últimas 24 horas. Durante esse tempo, o que você fez, ou deixou de fazer, que foi fundamentado na autoridade das Escrituras?